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Blindagem contra a crise

Turismo X Crise de Tatiana Menezes

Apesar da tão anunciada crise econômica mundial, o segmento do turismo em Pernambuco pode se vangloriar por atravessar o período incólume e ainda celebrar o incremento no fluxo de turistas e, consequentemente, de recursos financeiros no Estado.

O sucesso do turismo pernambucano é fruto de um trabalho árduo e multidisciplinar realizado através de parcerias entre as instituições públicas e a iniciativa privada, que, num passado não muito remoto, testemunhou o encerramento das atividades de diversos equipamentos hoteleiros no Estado.

Nossa volta por cima começou com a criação do Recife Convention & Visitors Bureau há sete anos o que permitiu ao Estado, a partir daquele momento, uma atuação estruturada e focada na captação de eventos, uma modalidade do turismo que se revelou determinante para a saúde do segmento principalmente pelo fato de manter a ocupação hoteleira nos períodos de baixa estação. Além disso, o gasto médio individual diário (GMID) de um turista de negócios é superior ao GMID de um turista de lazer, fora o fato de 60% deles esticarem a estadia e aproveitarem os destinos turísticos do Estado.

O posicionamento de Pernambuco como destino de lazer ou de negócios também passa pela infraestrutura turística. Os investimentos no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre, aliados a aportes significativos em Suape e nas rodovias estaduais e federais, foram condições imprescindíveis para atingirmos o estágio atual.

Outro marco significativo nesse processo é a mudança de paradigma na venda do destino: em vez do duo “sol e mar”, o Estado passou a ser comercializado por todos os agentes envolvidos no processo como um destino cuja cultura é o maior e mais especial elemento competitivo. A intensificação dos trabalhos de publicidade, a implantação de novos voos regulares e charter e a conquista da atenção da mídia nacional e internacional completam o ciclo de ações que posicionam Pernambuco como um destino turístico de destaque, pronto para ser consumido.

Esses fatores resultaram em dados positivos inquestionáveis: em 2009, vivenciamos um janeiro e um Carnaval que não se via há pelo menos 14 anos, com 97,5% de ocupação hoteleira e com os equipamentos – sobretudo os do litoral sul – trabalhando em overbook. Pela primeira vez, um “problema” se transformou em boa notícia: a oferta não supria a demanda.

Esse fato, associado ao aumento do fluxo de visitantes, ao apoio oficial, a investimentos públicos em infraestrutura, a operações conjuntas com o trade, à construção de novos equipamentos e à instalação de bandeiras internacionais, irá ampliar, a médio e longo prazo, nossa capacidade de recepcionar os turistas e, por conseguinte, de contribuir ainda mais para o desenvolvimento econômico de Pernambuco.

Tatiana Menezes é diretora executiva do Recife Convention & Visitors Bureau. tatiana@recifecvb.com.br

Negócios PE - 11ª Edição
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