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ESTILO AOS PÉS DOS HOMENS

Noha Shoes quebra tabus e vende calçados atrativos para o público masculino
Simon Carrazone e João Paulo Andrade Lima, sócios na Noha Shoes

Por Bárbara Travassos | Foto divulgação

A marca pernambucana Noha Shoes foi criada há cerca de um ano. O modelo de negócio já é case de sucesso e está prestes a virar franquia. Com duas lojas instaladas em shoppings do Recife e outra em um mall de Natal, a ideia do grupo é se firmar como marca própria enquanto a consultoria de franchising contratada formata o padrão a ser adotado por franqueadores. A projeção é de que dentro de seis meses a expansão das unidades chegue a vários estados do País.


Hoje, a previsão de faturamento das três lojas é de R$ 6 milhões por ano, sendo que o investimento médio inicial, em cada uma, ficou entre RS 150 mil e R$ 250 mil. Para um dos sócios fundadores da marca, João Paulo Andrade Lima, o sucesso de venda das unidades superou todas as expectativas. "Iniciamos nosso projeto como e-commerce. Montamos um showroom que, de repente, recebeu tantas visitas de clientes, que acabou virando loja, estoque e escritório. Depois de seis meses, aceitamos o desafio de inaugurar uma loja dentro de um shopping. Os resultados vieram rápido e decidimos investir em mais duas unidade próprias", explicou João Paulo, que é responsável setor de Marketing e Vendas da Noha Shoes.


O grupo ainda é formado pelos irmãos Simon e Bernardo Carrazone, Gustavo Krause e Marcelo Wanderley, todos amigos de adolescência. Eles se juntaram em prol de um único objetivo: inovar no design de calçados masculinos e provar aos homens que é possível ter mais de uma opção de sapato, chinelo ou tênis para usar em várias ocasiões, unindo estilo e conforto. Apesar de a marca ter se fortalecido nos modelos diferenciados, que agradaram boa parte do público consumidor, João Paulo ressalta que os tradicionais que também fazem parte do mix de produtos são bastante vendidos.


"Procuramos atender àqueles homens mais tradicionais, que gostam de ter em casa a velha combinação de um par de sapato social preto e outro marrom, oferecendo a eles uma consultoria de moda para usarem com as cores certas de paletós, por exemplo", explica. Todos os sócios, segundo ele, viajam muito, vão às feiras de moda como as de Milão e Paris, e trazem novidades que se adeguem ao público brasileiro.

 

O grupo investe bastante no treinamento dos vendedores para que estejam aptos a dar dicas de tendências de vestuários e calçados aos clientes. As orientações de como se vestir em estilo casual combinando com espadrille ou alpargata, ou ainda roupa social com sapatos mais tradicionais e meias bem curtas, invisíveis aos olhos de quem observa, são passadas por toda a equipe.

 

ESTILO - A Noha Shoes também dispõe, nas lojas, de um "Guia de Estilo", material impresso com sugestões de looks e dicas de conservação dos produtos em couro, camurça e outros materiais. A comunicação da marca é fortemente trabalhada na internet, através da rede social Instagram onde, além de consultoria de moda, são impulsionadas as vendas online realizadas via site da empresa e até mesmo pelo aplicativo WhatsApp. No Instagram, são mais de 37 mil seguidores, potenciais clientes e divulgadores do conceito da marca.

 

A variedade nas lojas é grande. Chinelos, sapatênis, sapatos e botas variam de R$ 69 a R$ 399. A equipe treinada para atender a clientela masculina é formada por cinco funcionários em cada loja. O grupo tem uma parceria com uma fábrica no interior de São Paulo, em Franca, para desenvolver os modelos idealizados para a Noha.

 

Com a projeção de se tornar franquia, os sócios calculam, além do valor a ser pago em aluguel de lojas de shoppings, entre R$ 15 mil e R$ 20 mil, um investimento em produtos e padronização do espaço físico na casa dos R$ 200 mil. Já existe uma fila de espera, inclusive, de interessados em abrir franquias da marca que já fizeram um pré-cadastro, tendo na lista cerca de 30 potenciais franqueadores em Goiás, Rio de Janeiro, Ceará, Paraíba, e Porto Alegre. 

Os outros sócios: Bernardo Carrazone, Marcelo Wanderley Filho e Gustavo Krause
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