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Espaço Ceplan

Pernambuco tem base para sair da crise
Valdeci Monteiro Sócio-diretor da CEPLAN.

Pernambuco tem base para sair da crise


No cenário de retomada, Pernambuco poderá se destacar entre os Estados, sobretudo por ter vindo de um momento favorável de atração de importante bloco de investimentos, que constitui potencial de expansão e diversificação de sua base produtiva. Isso, claro, não desconsidera as dificuldades atuais nem os impactos negativos fortes em certos segmentos. O Estado sofreu impactos da crise. Estudo realizado pelo LIDE – grupo de Líderes de Pernambuco, revela que 32 projetos, orçados em R$ 3 bilhões, entre 2014 e 2016, foram paralisados sem data de retorno; e 28 projetos perfazendo R$1,4 bilhão foram cancelados. No entanto, 66 projetos orçados em R$ 9,2 bilhões estão em andamento, garantindo certo volume de empregos e renda.

No setor produtivo, os projetos em andamento sinalizam para a expansão de cadeias tradicionais como as de alimento e bebidas e de cadeias novas, a exemplo de energia eólica. Já nos investimentos em infraestrutura, vislumbra-se um novo ciclo de expansão baseado numa maior participação do setor privado via PPPs e concessões - um cenário desafiante para o Estado. As tendências de retomada no nível de atividade, de queda da taxa de juros, de desaceleração da inflação e do gradual equacionamento dos problemas fiscais da União e dos Estados podem melhorar o ambiente de negócios e as expectativas empresariais e resultar no aumento dos investimentos e retomada do ciclo de crescimento. Além disso, o contexto Pós-Crise exigirá esforço local no sentido de ampliar os empregos e o número de fornecedores locais; de melhorar o nível de infraestrutura econômica; e, de se investir mais em conhecimento visando agregar mais valor à economia.


Valdeci Monteiro
Sócio-diretor da CEPLAN.

 

Atividades turísticas resistem


Pernambuco vem reafirmando sua vocação para o Turismo há vários anos, tendo montado uma boa infraestrutura de acolhimento e construído um ambiente empresarial favorável, o que reforça seus atrativos naturais, históricos e culturais. Nos últimos anos, marcados por forte crise na economia nacional, as atividades turísticas do Estado demonstraram capacidade de resistência, como mostram dados recentes;

Brasil, Pernambuco, Bahia e Ceará: variação mensal do volume de
Atividades Turísticas, em % - Janeiro/2017 (base: Janeiro/2016)

  

Fonte: Pesquisa Mensal de Serviços/IBGE. Elaboração Ceplan.

Um olhar à Frente


Em junho o país completará três anos de profunda recessão. Recuperação talvez só ocorra no segundo semestre, a partir de julho-agosto. O primeiro alento desde o segundo semestre de 2016 veio com a redução expressiva da inflação: dos quase 11,0% de 2015 para um provável menos de 4,0% em 2017. Perspectivas de reformas institucionais – mesmo em ritmo claudicante – podem consolidar expectativas menos pessimistas que surgiram após a instalação do presente governo. O ganho econômico que terá lugar via redução da taxa real de juros acompanhando a queda na inflação pode propiciar recuperação do investimento produtivo e em infraestrutura e a redução do impacto fiscal decorrente dos encargos da dívida.

Continuam muitas incertezas na política, esse desafio à arte e à sorte de agentes sociais estratégicos na busca de saídas respeitadoras da democracia e convergentes com os anseios da sociedade, via eliminação de práticas que fazem da institucionalidade econômica brasileira motivo para constrangimento político e institucional. Há ainda uma longa e árdua caminhada; completar o ajuste fiscal, criar nova base institucional e propiciar aumento da produtividade, iniciativas que encurtariam a rota da retomada do desenvolvimento.

Roberto Alves
Sócio-Diretor da Ceplan Multi

Mercado de trabalho: um retrato preocupante


A expectativa de melhores dias para a economia estadual, ao que parece, vai demorar a chegar no mercado de trabalho. A recente divulgação da PNAD Contínua revela um processo de deterioração no indicador de desemprego: de um piso de 7,3%, no 4º Trimestre de 2013 - ou 288 mil desempregados - progride vertiginosamente, a partir do 4º Trimestre de 2014, para uma taxa de desemprego de 15,6% no final de 2016. Em três anos, o total da desocupação simplesmente dobra, alcançando 634 mil desempregados.

Negócios PE - 43ª Edição
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