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Institucional

Por Antonio Magalhães | antoniomagalhaes@ymail.com

CENTRO VIVO (I)
O secretário de Desenvolvimento e Planejamento Urbano da Prefeitura do Recife, Antonio Alexandre, está otimista em torno da revitalização do centro da cidade.

Já estuda instrumentos para incentivar a ocupação da área central de forma planejada. A Prefeitura vê como grande estímulo os exemplos do Rio de Janeiro e de São Paulo, que conseguiram recuperar áreas anteriormente degradadas para uso urbano. Quem apostar ou investir, como alguns empresários já vêm fazendo, no chamado centro expandido, pode ter um retorno satisfatório.

CENTRO VIVO (2)
Na área da construção civil, segundo Antonio Alexandre, os projetos empresariais do Cais Estelita dão ânimo
à região. Segundo ele, existem as zonas especiais de ocupação que não vão ser mexidas. Mas fora delas
é possivel ainda ter espaço para a construção de moradias, o grande objetivo da municipalidade.

CENTRO VIVO (3)
O bairro do Recife é a joia da coroa desse processo. Cresceram os setores de serviços e empreendimentos de lazer. Agora é a vez da hotelaria, com pousadas de charme em velhos casarões. Para outro tipo de visitante está anunciado um hotel de luxo, no Cais de Santa Rita, com marina para barcos.

VOLTA POR CIMA

Quase 13 anos depois, José Jorge, ex-ministro de Minas e Energia de FHC, tido pela então oposição petista como o "ministro do Apagão", dá a volta por cima. A crise do setor energético do governo Dilma é muito mais complexa do que a vivida pelo País em 2001. Segundo o político pernambucano, naquele ano faltavam usinas térmicas. Hoje existem usinas, mas há uma desorganização geral na área; subiu o preço da energia, as distribuidoras quebraram e os investimentos de longo prazo na infraestrutura se arrastam. Racionamento ou racionalização nos espera.

COPA DO MUNDO

Queiram ou não queiram os juizes, a Copa do Mundo de Futebol induziu obras estruturadoras de mobilidade no Recife. Mas a hotelaria local pode se decepcionar quanto ao número de hóspedes para o evento. A operadora de turismo da Fifa já cancelou 50% das pré-reservas no País.

PERGUNTAS PARA PEDRO MUNIZ

AS INSTITUIÇÕES POLÍTICAS SÃO UMAS CARROÇAS

O professor Pedro Muniz, ligado à Faculdade de Administração da Universidade de Pernambuco, é um critico contundente das instituições políticas nacionais e internacionais. Para o professor, elas envelheceram. Não acompanharam o desenvolvimento econômico e tecnológico da sociedade. "São carroças numa disputa com carros de Fórmula Um", enfatiza. Das suas pesquisas e discussões com alunos surgiu o livro O Estado Mundial, disponível agora em ebook. A publicação analisa a crise das organizações politicas, geradora das dificuldades dos governos em todos os níveis. Elas não governam mais com e nem administram adequadamente as necessidades dos povos.

O que fazer, então?
O grande problema das democracias de hoje e que os governos se baseiam em lideranças personalistas e não em instituições. A cada quatro anos votamos para trocar vereadores, prefeitos, deputados, governadores. Mudamos também os secretários e ministros numa sucessão incrível. Mas não aperfeiçoamos as instituições, que permanecem antigas, arcaicas. Os lideres fazem com elas o que querem: mau governo, corrupção, crises etc.

E o caso do Brasil?
Perdemos muito tempo em discussões despropositadas. Com um Legislativo enfraquecido e um Executivo altamente concentrador e poderoso, a tendência é manter o sistema como ele está. A presidente Dilma Rousseff perdeu uma grande oportunidade de ouvir a Nação quando não conseguiu emplacar uma reforma constitucional. Uma nova Carta com sugestões de todo o País, sem privilegiar facções politicas, permitiria a formatação de um novo pacto nacional. Nada pode mudar se continuarem as divisões dentro do Pais. Sabe-se que hoje nenhum partido pode atuar sozinho para atualizar as nossas instituições.

Pesquisas eleitorais apontam que os brasileiros querem mudanças na forma de governar. Os três pré-candidatos presidenciais têm condições de promover essas tão esperadas reformas nas instituições nacionais?
Dilma, Aécio Neves e Eduardo Campos estão desafiados. Eles têm que assumir o compromisso de mudar o Pais, atualizá-lo para o século 21. Aquele que conseguir isso vai transformar o Brasil na democracia mais moderna do mundo. Resolvida esta questão institucional, outros problemas serão resolvidos.

Negócios PE - 31ª Edição
Revista Negócios PE

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