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Nesta edição: AMBEV, EADI, ETTICA, GONVARRI, IPI, RE/MAX, RM EÓLICA,SCHINCARIOL, YOLLANDA LOGÍSTICA

Por Raquel Cavalcanti - Jornalista especialista em relações internacionais

raquel.cavalcanti@mundori.com

 

Quando entra em cena o consultor de comércio exterior

São muitas as empresas que, apesar de terem um profundo know-how de mercado, não aproveitam o potencial internacional de um negócio. Em grande parte pelo total desconhecimento dos benefícios (principalmente os tributários e competitivos) e dos detalhes operacionais das atividades de importação e exportação. Dentro de uma organização, o núcleo responsável pelo processo de internacionalização é o departamento de comércio exterior. Mas, quando, por decisão estratégica ou por redução de custos, uma empresa decide não investir em uma estrutura de eficiência interna, está aberta a oportunidade para o consultor de comércio exterior.

Foi pensando nesse nicho de mercado que Sílvio Limongi, engenheiro civil formado pela UFPE, deixou o cargo de gerente de marketing da AmBev e fundou a ETTICA, consultoria focada na prospecção de distribuidores de produtos étnicos e exóticos, voltados para o público latino no exterior.

Limongi, que hoje coordena as exportações de guaraná e cerveja Schincariol para a Austrália, acaba de garantir a representação exclusiva no Brasil da americana International Packaging Innovations (IPI) e se prepara para o lançamento de uma embalagem ecologicamente correta, que em suas palavras “revolucionará o mercado de água mineral”. “No futuro essa embalagem também será usada no mercado de óleo de soja. O potencial de crescimento é imenso”, conclui Limongi. Isso é que é empreendedorismo...

 

Porto seco?!?

Os portos secos são recintos alfandegados com infraestrutura para serviços de armazenagem, movimentação, unitização e desunitização de cargas de importação e exportação. Todo o processo de desembaraço com os órgãos anuentes do comércio exterior, como Receita Federal, Ministério da Saúde e da Agricultura, é realizado em um só lugar.

Em 1998, foi fundada no Recife a Yollanda Logística, que entrava no mercado com o objetivo de se tornar a primeiro porto seco de Pernambuco. Dois anos depois, com um processo de licitação pública, a empresa ganhou a permissão para operar a Estação Aduaneira de Interior (Eadi). “A grande vantagem é a opção de fazer os pagamentos de impostos proporcionais ao desembaraço, ou seja, à medida que for retirando as mercadorias”, explica Denise Jacques, gerente comercial da Eadi.

Para onde os ventos sopram

GonvarriA RM Eólica, empresa do grupo espanhol Gonvarri, investiu 37 milhões de euros na construção de uma fábrica no Cabo de Santo Agostinho, a primeira unidade no Brasil. Com capacidade de confecção de mil torres em um ano, a indústria já tem 300 encomendas. Entre os destinos, 14 torres vão para a República Dominicana e outras 28 para a Argentina.

“Escolhemos Pernambuco por se tratar de um Estado com bons ventos e um ótimo porto para exportações.” Jon Riberas, CEO do Grupo Gonvarri.

 

Imóveis

A maior rede imobiliária do mundo em transações, presente em 78 países, acaba de chegar a Pernambuco: a RE/MAX. Fundada na década de 70, a empresa, originária de Denver, é conhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar nos Estados Unidos – mais recentemente foi eleita a melhor empresa para se trabalhar em Portugal. No Estado já foram negociadas sete franquias, além de outras cinco em fase de assinatura do contrato. As unidades serão localizadas nas cidades do Recife, Caruaru, Gravatá e Santa Cruz do Capibaribe. Para os empreendedores de plantão fica a dica: a RE/MAX está entre as dez franquias TOP de baixo custo e em 2008 ficou na sétima posição no ranking mundial, sendo a primeira no setor imobiliário.

 

Negócios PE - 17ª Edição
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