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Colunas » Negócios PE - 43ª Edição

Porto Marinho

Centro de Inovação da ACCENTURE no Porto Digital.

Uma sequência de sons e imagens no vídeo de inauguração do ACCENTURE INNOVATION CENTER no Armazém 12 do Marco Zero no começo de abril arrepiou os "veteranos" do melhor Arranjo Produtivo Inovador (API) do Brasil, o Porto Digital. Os organizadores fizeram um mix de imagens do Marco Zero com o batuque do maracatu recifense, abrindo espaço ao terminar o vídeo para Flávia Picolo, líder dos Delivery Centers da empresa no Brasil (o do Recife vem se tornando o maior deles). Flávia se apropriou muito legitimamente das nossas metáforas mobilizadoras e declarou inaugurado o mais novo Centro de Inovação da empresa falando que naquele armazém, onde antes havia sacos pesados de commodities, hoje são produzidas "toneladas de conhecimento". O Centro é o maior da América Latina e vai abrigar projetos inovadores de tecnologias digitais. Ocupa todo o piso superior do Armazém 12 e, junto com o 13, que também já está sendo usado pela Accenture, são responsáveis por 480 novos empregos qualificados na nossa cidade. Ao todo, a empresa já emprega 1.400 pessoas no Recife- nos armazéns do Porto (ocupa também o Armazém 9), no prédio do antigo Bandepe do Bairro do Recife e no prédio do Banco do Nordeste na Conde da Boa Vista. A sala de monitoramento de projetos me impressionou bastante: vidros com fina película magnética imperceptível e acionada por tablets para dar privacidade, mural digital conectado com outros Centros de Inovação. Toda a instalação audiovisual do Centro, que é muito sofisticada, foi feita por empresa do Porto Digital, a Solutione. Na apresentação aos visitantes da sala de monitoramento, dados importantes sobre o crescimento da Accenture no Recife, mostrando como estão distribuídos os seus colaboradores (que têm uma participação feminina cada vez maior). A empresa está irrigando o mercado local com especialistas nas principais plataformas digitais das corporações globais suas clientes (exemplos: plataformas Oracle, SAP, Microsoft). A Accenture está no lugar certo, faz a coisa certa e alavanca a capacidade de agregar valor do melhor cluster of innovation do Brasil, o nosso Porto Digital. Eles estão dispostos, inclusive, a abrigar startups em projetos colaborativos para os seus clientes. Viva!

Por falar em clusters of innovation.


Sabe aquele orgulho pernambucano maior do mundo "em linha reta"? Pois foi o que senti ao receber o livro que comprei na Amazon outro dia. Trata-se de uma publicação editada pelo Professor Jerome S. Engel, professor emérito da Haas School of Business na Universidade de Berkeley, EUA, Global Clusters of Innovation - Entrepreneurial Engines of Economic Growth around the World, lançado em 2016. Engel está em Berkeley desde 1991 e conhece tudo sobre empreendedorismo inovador na Califórnia, sendo inclusive investidor em empresas. Ele e seus colegas definiram um framework para identificar ambientes de inovação, aos quais dão o nome de clusters of innovation, evoluindo o conceito de Michael Porter. Pesquisaram profundamente 13 desses ambientes (San Francisco, Barcelona, Londres, Munique, entre outros). Surpresa! O Porto Digital está entre eles. No resumo final de 10 pontos feito pelo professor, o nosso Arranjo Produtivo Inovador, tradução que considero mais adequada para os clusters of innovation, ilustra pelo menos 5 deles, sendo a governança público-privada que conseguimos aqui no Porto Digital o fator explicativo mais relevante do nosso sucesso na visão dos pesquisadores. É ou não é pra ficar orgulhoso?

Transformação Digital: muita areia pro seu caminhãozinho?


Tenho tratado aqui dos alertas das principais empresas globais de consultoria sobre a necessidade das grandes empresas se prepararem para enfrentar a digital disruption (transformação digital) nos seus negócios. Lembro do caso da pesquisa IMD/Cisco, feita com centenas de executivos, que trazia um dado alarmante: mais de 40% dos executivos diziam que o assunto não era considerado importante ainda para constar da pauta dos conselhos de administração (era "coisa para o setor de informática" da empresa). O mesmo pessoal publicou um livro (Digital Vortex: How Today’s Market Leadears Can Beat Disruptive Competitors at their Own Game. Global Center for Digital Business Transformation. IMD/Cisco. Abril de 2016) com um roteiro bem interessante para enfrentar o fenômeno e serve para qualquer tamanho de empresa. Em síntese, amigo empresário: pergunte-se se o seu negócio consegue enfrentar três ameaças muito comuns da concorrência que digitaliza muito rapidamente o seu mercado. São elas: preço, sempre "ele" (educação a distância, por exemplo, com universidades importantes trazendo o preço a zero em cursos online de qualidade), plataforma (exemplo do Uber, comunidades gigantescas de usuários online) e, principalmente, experiência do usuário (qual o feedback sobre os seus produtos/serviços diante dos concorrentes digitais?). É aí que vai se acirrar a competição.

Negócios PE - 43ª Edição
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