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Tecnologia no Ponto-de-venda

Quem atua no comércio varejista sabe que a palavra-chave é volume. Para obtê-lo é preciso ampliar fisicamente a cobertura geográfica do negócio, aumentando o número de lojas. Quem deseja percorrer esse caminho para garantir a integração e a integridade das informações das lojas em tempo real.

Por Drayton Nejaim | Fotos de Chico Barros

A automação dos processos proporcionou ao varejo precisão e dinamismo na gestão dos estoques, agilidade no processo de venda, segurança no pagamento dos impostos, assertividade na tomada de decisão através do acesso a informações em tempo real e aumento do controle sobre o fluxo de caixa pela apuração instantânea de informações fiscais e contábeis.

Tibério Siqueira, diretor-geral da CSI em Pernambuco

“Com a gestão automatizada o varejo evoluiu para o formato ponto de serviço (recebendo contas de celular, seguros, títulos de capitalização) e passou a compreender a loja como um ambiente voltado prioritariamente para o relacionamento com o cliente, um conceito denominado 'loja magra’, cujo foco não é a gestão, mas sim as vendas”, explica Tibério Siqueira, diretor-geral da CSI em Pernambuco, que tem clientes como as redes Bompreço, Nagem e Arco-Íris.

A solução de automação comercial (apelidada de software “frente-loja”) funciona integrada ao módulo de gestão comercial do ERP usado pela empresa e permite gerenciar as vendas nas lojas realizando recebimentos através dos meios de pagamento eletrônico, fazendo consultas on-line às entidades de crédito e acatando os instrumentos de crédito próprios, como crediários e cartões com bandeira da loja (private labels).

Ela também possibilita à empresa que recebe os pagamentos com valores consolidados realizar a conciliação eletrônica. A solução sistematiza a conferência dos recebíveis venda a venda e acompanha os pagamentos realizados pelas instituições financeiras.

A gestão comercial é ampla e, além de englobar as atividades realizadas pelas soluções de automação, compreende as atividades de back office (administração dos estoques e interação eletrônica com fornecedores). Nela, a etapa de cadastramento dos produtos, o que inclui informar ao sistema a tributação de cada item, é crítica. Simplificá-la é um erro. Isso significará dizer que não adianta investir em tecnologia se o colaborador que executa esse trabalho não estiver devidamente treinado e orientado para a importância da tarefa. Se a empresa não estiver atenta a esse aspecto, os prejuízos serão enormes.

Por fim é importante registrar que o comércio eletrônico é realizado a partir da adequação das soluções de automação comercial a esse canal de vendas, já que o e-consumidor realiza por lá boa parte da operação, só existindo a intervenção humana no estoque e na entrega.

Um exemplo

Medical - Vende material e equipamentos médicos, cirúrgico-hospitalares e contratou a Echo para fazer um upgrade de soluções e processos. A empresa tem nove almoxarifados com itens específicos em tamanho, peso, forma, temperatura e uso, armazenados ao longo de três andares.

Sérgio Paranhos e Sérgio Brasil, diretor da Echo 

“A solução implantada agilizou o processo de movimentação dos itens a partir da compra até o momento da entrega para retirada, eliminando inclusive o tempo de espera do funcionário que subia para apanhar o produto, além de proporcionar rapidez no pagamento com cartão de crédito, que deixou de levar um minuto para durar apenas três segundos”, recorda Sérgio Brasil, diretor da Echo.

“Eliminamos problemas crônicos como as inúmeras consultas telefônicas diárias ao almoxarife para confirmar a disponibilidade dos itens, procedimento que roubava a atenção do separador, que precisava constantemente interromper o manuseio do pedido para fazer a checagem solicitada pelo vendedor, o que induzia ao erro”, complementa seu sócio, Sérgio Paranhos.

Negócios PE - 9ª Edição
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